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Portal UFRRJ > Portal do Serividor > Notícias Servidor > Pró-reitora analisa a carreira dos servidores técnico-administrativos na UFRRJ

Pró-reitora analisa a carreira dos servidores técnico-administrativos na UFRRJ

A Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), nesta quarta-feira, dia 25 de abril de 2018, torna público o Portal do Servidor da UFRRJ, uma iniciativa da Coordenadoria de Comunicação Social (CCS) que visa dar visibilidade e transparência a notícias e dados relevantes aos servidores da instituição.

Trata-se de um espaço democrático para a troca de saberes, experiências e divulgação de informações contributivas para o fortalecimento das carreiras de técnico-administrativos, docentes e terceirizados dentro da nossa instituição, produzindo conteúdos informativos relevantes para que toda a comunidade acadêmica seja valorizada em última instância.

O Portal do Servidor da UFRRJ poderá ser acessado diretamente através do Portal da UFRRJ, sem necessidade de efetuar login, de forma rápida e intuitiva, para facilitar o acesso das notícias ao público. Para enviar pautas, comentários ou quaisquer contribuições relevantes, basta escrever para comunicacao@ufrrj.br descrevendo suas sugestões.

Para dar início a esta nova etapa na comunicação interna da UFRRJ, estreamos o Portal do Servidor entrevistando a pró-reitora de Assuntos Administrativos, professora Amparo Villa Cupolillo. Após um ano de trabalho em sua gestão, ela faz um apanhado do atual cenário interno e externo, avaliando de que forma o quadro geral do país e da instituição influencia o futuro da carreira dos técnico-administrativos da UFRRJ.

 

Por Fernanda Barbosa (CCS/UFRRJ)

Pró-reitora de Assuntos Administrativos da UFRRJ, Amparo Villa Cupolillo, fala sobre a carreira do TAE na UFRRJ diante do cenário atual de crise.

Estudo realizado pela Comissão de Redimensionamento e Mapeamento Institucional constatou que, entre 2005 e 2015, houve aumento de 212% em números de alunos na UFRRJ, 139% no número de docentes e apenas 11% no número de técnicos, como essa discrepância impacta o dia a dia da Universidade?

Hoje, praticamente em todos os setores de nossa Universidade existe o pedido por mais servidores técnico-administrativos. Mas isso não ocorre só aqui, trata-se de uma demanda generalizada das Instituições Federais de Ensino Superior (Ifes). Quando fui ao Ministério da Educação (MEC) conversar com o secretário de Gestão de Pessoas, debatemos sobre a relação que eles consideram ideal entre quantidade de estudantes e de técnicos. Nossa relação entre discentes/técnicos é menor do que aquela que o MEC considera ideal. Mas é importante ressaltar que eles levam em consideração, por exemplo, se a instituição possui um hospital universitário, mas não levam em conta o tamanho do câmpus que, no caso da Rural, é imenso e exige um número maior de técnicos para dar conta de sua manutenção. O critério não poderia ser somente quantitativo, mas qualitativo. Precisamos de outros técnicos que, normalmente, as outras universidades não necessitam. No restaurante universitário e nos alojamentos, por exemplo, assistente de aluno seria um cargo excelente, que nos ajudaria muito.

 

A Pró-Reitoria de Assuntos Administrativos (Proad) está conduzindo um novo projeto de Mapeamento de Competências. Qual a importância dele para o nosso corpo de servidores?

No quadro dramático em que estamos vivendo hoje de esfacelamento da carreira de TAE, foi necessário que a Proad implantasse um projeto de Mapeamento de Competências com uma metodologia mais ágil. A Coordenação de Desenvolvimento de Pessoas (Codep) está responsável por conduzir o mapeamento de competências, para que possamos pensar na capacitação ideal para nossos servidores. O objetivo é identificar as habilidades e competências de cada ambiente de trabalho para que isso se reverta em capacitação. Dessa forma, desenvolveremos as habilidades e competências que são demandadas especificamente por cada setor. Estamos mapeando as competências, visando oferecer capacitação aos servidores e ampliar a motivação e a condição de eficiência no trabalho para que possamos sobreviver a essa situação dramática em que vivemos.

 

E o valor destinado à capacitação de servidores? A intenção era quadruplicar esse valor…

Já quadruplicamos esse valor. Há muitos anos a Universidade vinha destinando R$ 300 mil para a capacitação de nossos servidores, mas na Comissão Orçamentária de 2017 ampliamos esse valor para 1 milhão e 200 mil reais.

 

Quais outras iniciativas foram tomadas para o fortalecimento da carreira do TAE dentro da Rural?

Num quadro de restrição e agravamento da situação de uma carreira fundamental para a manutenção da instituição, algumas iniciativas tornaram-se urgentes, como o fortalecimento da Codep. Outra iniciativa foi a movimentação de servidores, distribuindo a força de trabalho de forma mais balanceada, tentando encontrar um equilíbrio entre as necessidades de cada setor e do servidor. Além disso, tivemos várias pequenas ações em relação ao Plano Anual de Capacitação. Neste momento, por exemplo, estamos com um edital em andamento para a seleção de instrutores para cursos internos entre nossos servidores. Tivemos uma adesão muito grande de candidatos servidores. Essa iniciativa de cursos de capacitação com servidores nossos como tutores é fundamental. Teremos também o incentivo a cursos in company, trazendo instrutores para UFRRJ, que é muito mais barato do que enviar um servidor para fazer curso externo. E acabamos de finalizar as negociações de uma parceria entre pró-reitorias para iniciar o Plano de Qualificação Institucional (PQI), tratando da oferta de vagas em alguns de nossos programas de mestrado e doutorado para nossos servidores. Isso vai ampliar a oportunidade de nossos servidores se qualificarem internamente. Precisamos agora da aprovação do Cepe e do Consu; caso a aprovação ocorra teremos oferta de vagas já para o segundo semestre de 2018.

 

A comunidade acadêmica reivindica já há algum tempo uma solução para o número de guardas em nossa instituição, que iniciativas estão sendo tomadas neste sentido?

Estamos conduzindo uma ação para trazer servidores reintegrados da CBTU de Belo Horizonte para nossa Universidade. Serão 180 servidores vigilantes que atuarão em nossos câmpus de Seropédica, Campos, Nova Iguaçu e Três Rios. Esperamos que essa iniciativa se concretize ainda este ano. Quando eles chegarem, vamos organizar um curso para que esses profissionais se adaptem às características particulares de um serviço de vigilância dentro de uma instituição de ensino.

 

No início de maio ocorre o I Fórum dos Técnico-Administrativos da UFRRJ, qual a relevância deste evento para a instituição e seus servidores?

Essa foi uma de nossas propostas de campanha para a gestão atual (2017-2020) e estamos cumprindo com esse compromisso. A carreira docente possui, dentro de uma instituição de ensino superior, vários locais de troca de informação e compartilhamento de suas ações: existem vários fóruns para professores, coordenadores de curso, diretores de instituto, fórum das licenciaturas… Nesses espaços, o docente consegue pensar e organizar seu próprio trabalho. No entanto, para a carreira do técnico-administrativo, isso não existe. As pessoas acabam trabalhando muito isoladamente em seus setores; como consequência, cada área encontra soluções para seus próprios problemas, mas elas não são compartilhadas. Então a ideia é que o fórum seja um espaço de compartilhamento de ações, de busca de soluções para suas próprias demandas e desafios, além de possibilidade de identificação de melhorias na instituição, inclusive aquelas que se revertam em capacitação.

 

E a questão dos processos para pagamento de insalubridade a alguns servidores na UFRRJ?

O servidor que ganha insalubridade tem direito a esse benefício por causa de um prejuízo à sua saúde no longo prazo em função das condições do seu local de trabalho ou devido à manipulação de determinados produtos. Para o servidor ter esse direito, ele precisa abrir um processo e informar a que riscos ele está submetido. A partir daí, uma equipe capacitada irá ao local avaliar a situação. Nossa comissão é formada por nossos quatro médicos do trabalho e três técnicos de segurança do trabalho; no entanto, eles continuam exercendo suas funções rotineiras e acumulam as funções da comissão. O volume de trabalho é enorme, então estamos retomando os processos que estavam parados e seguindo com os processos de 2017. Portanto, a comissão está montada e trabalhando muito, na semana passada foram a Três Rios mapear a situação por lá. Em breve irão a Campos dos Goytacazes e, em Seropédica, eles vêm fazendo muitas visitas, mas o processo não é tão rápido como gostaríamos.

 

E a questão do turno de 30 horas em setores com atendimento ao público abertos por pelo menos 12 horas?

Infelizmente não conseguimos avançar nessa questão porque esta é uma ação que depende da formação de uma comissão institucional.

 

Quais foram as consequências do Decreto 9.262/18, que extinguiu alguns cargos da administração pública federal, no âmbito da UFRRJ?

O decreto 9.262/18 esfacelou a carreira do técnico-administrativo, extinguindo mais de 60 mil cargos. Extinguiram os cargos de secretário-executivo, auxiliar de administração, assistente de laboratório, operador de máquinas agrícolas, entre outros fundamentais para o bom funcionamento da instituição. A perspectiva para a carreira é muito ruim.

 

Quanto à modernização de nossos processos, pode nos falar mais sobre a implantação dos módulos do SIGRH?

Pretendemos implantar todos os módulos do SIGRH e a nossa perspectiva é que isso traga um impacto muito grande para a instituição em termos de redução do trabalho burocrático, diminuindo o volume de papel e ampliando o controle institucional. O gestor, ao abrir seu módulo de frequência, por exemplo, terá acesso à lista de todos os servidores que estão sob sua responsabilidade, de modo a criar uma fotografia institucional à qual todos terão acesso de forma muito transparente. Liberaremos o servidor de atividades burocráticas e teremos maior eficiência, produtividade e motivação. Queremos que os cargos de nível médio deixem, aos poucos, as atividades meramente burocráticas para pensar a gestão universitária junto com a gente, trazendo soluções de gestão. Estamos implantando também o módulo atendimento. Por meio dele, o servidor poderá, de forma remota, solicitar qualquer tipo de atendimento ao Departamento Pessoal. Se o caso for rápido, o caso é resolvido remotamente, do contrário, será agendado um atendimento pessoal. Com a implantação do módulo dependentes, o cadastramento de dependentes poderá ser feito remotamente pelo servidor. Em breve, a carteira funcional também poderá ser solicitada via sistema e o servidor vem aqui somente para recebê-la.

 

Com relação ao aumento de arrecadação com os Próprios Nacionais, houve aumento do aluguel pago pelos servidores que moram nessas residências?

Não houve aumento do valor do aluguel cobrado pela UFRRJ dos servidores que moram nessas casas, mas sim, uma ação contundente de regularização da situação de cada servidor que mora nessas residências com suas famílias. O processo completo de regularização ainda está em andamento. A ideia é regularizar a arrecadação, bem como os documentos exigidos para a manutenção de cada servidor em suas residências.

 

O que podemos esperar da Proad até o fim da gestão?

Espero que, ao final de nossa gestão, que eu possa deixar uma Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas, e não uma Pró-Reitoria de Assuntos Administrativos. Somos praticamente a única universidade a manter este nome, todas as outras já modificaram seus regimentos e sua nomenclatura, e já perceberam o quanto é importante cuidar das pessoas. Então nosso objetivo é ter uma Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas com regimento escrito, com transparência, eficiência, e que ofereça ao servidor um espaço de trabalho motivador, onde ele se sinta produtivo e realizado sem vontade de sair da instituição.


Postado em 20/04/2018 - 09:55 - Atualizado em 27/04/2018 - 16:38

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