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‘Educação no Futuro’: Rural participa de seminário da Andifes no RJ

Da esq. à dir.: vice-reitor da UniRio Benedito Adeodato, reitor da UFRRJ Roberto Rodrigues, reitor da UFF Antônio Nóbrega, vice-reitor da UFRJ Carlos Rocha, diretor do Cefet-RJ Maurício Motta e presidente da Andifes Ricardo Fonseca

A Educação no Futuro. Com este tema inspirador e desafiador ao mesmo tempo, representantes das universidades federais se reuniram no Rio de Janeiro em um seminário que teve o principal objetivo de discutir temas importantes da área como os números apresentados pelo Censo da Educação Superior e os desafios para a expansão da educação no Brasil. Entre eles a proposta de elevar a taxa líquida de matrículas na educação superior para 33% da população entre 18 e 24 anos. Atualmente, esta taxa está na faixa de 24%. O evento ocorreu semana passada, dias 17 e 18.

 

Tema que vem se consolidando no cenário da educação superior no país é o aumento gradativo do sistema educativo à distância. Dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) mostram que, a cada ano, os ingressantes aumentam – eles saltaram de 430 mil, em 2011, para 2,4 milhões, em 2021. Segundo a coordenadora geral do Censo da Educação Superior do Ministério da Educação, Kátia Vaz, é um aumento substancial. “Por outro lado, o número de ingressantes em cursos presenciais vem diminuindo desde 2014, tendo o menor valor registrado em 2021 da série histórica dos últimos dez anos. A licenciatura, por exemplo, registrou uma queda de 12,8% entre 2020 e 2021”, revelou a coordenadora.

 

Outros temas caros à educação no país foram amplamente analisados como a função da universidade no passado e no presente, além de seu papel em transformar o futuro. A partir de um forte compromisso social, as universidades poderão, então, oferecer mais ensino, com cursos cooperativos, com maior mobilidade entre as instituições que, ao mesmo tempo, serão mais internacionalizadas, com oferta de cursos em línguas estrangeiras.

 

A UFRRJ, com as outras federais do Rio, foi uma das organizadoras do seminário. E o reitor, professor Roberto Rodrigues, destacou a importância de a Rural participar de um evento voltado para o futuro das universidades. “Este momento de transição é crucial. Reafirmo o nosso compromisso com a democracia e a transparência. Precisamos pensar não só no futuro dos nossos estudantes, mas do nosso estado e do nosso país. A universidade faz parte do futuro do Brasil”.

 

Apenas 1% do PIB para P&D

 

Reitor Roberto Rodrigues: “A universidade faz parte do futuro do Brasil”

Um dos palestrantes do evento foi o professor Álvaro Prata, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Ele apresentou estatísticas importantes a respeito da produção de conhecimento pelas principais universidades do mundo. E mostrou a posição do Brasil neste contexto. Segundo ele, o investimento em “pesquisa & desenvolvimento” (P&D) no país está na faixa de apenas 1% do PIB brasileiro. “E no Índice Global de Inovação nossa posição é a 57ª. E o número de pesquisadores brasileiros por milhão de habitantes é de apenas 900. São números inaceitáveis para nosso potencial como país”, observou o pesquisador. “Nosso sucesso como nação dependerá da nossa capacidade de resolvermos nossas fragilidades e de nos tornarmos competitivos”.

 

Ao longo do seminário foram enumeradas as principais fragilidades nacionais e apontados alguns dos mais graves problemas estruturantes do Brasil. O primeiro item da lista é a educação, seguida por: infraestrutura, gestão pública, saneamento, desigualdades, moradia, transporte e mobilidade urbana. Como soluções, foram apontadas diversas propostas; mas a primeira e mais urgente é a formação de pessoas capacitadas para a pesquisa em Ciência & Tecnologia, com forte apelo para a inovação e criação de empresas de base tecnológica. Tal proposta está fortemente ligada à atuação das instituições de ensino. O professor Prata concluiu sua apresentação com um apelo: “As universidades precisam perseguir uma quarta missão: contribuir mais ativamente para a qualidade de vida da população e para a geração de riqueza com sustentabilidade”.

 

O pró-reitor de Desenvolvimento Universitário da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), professor Fernando Sarti, apresentou estudos sobre a importância histórica da autonomia financeira das universidades. Segundo ele, a Constituição de 1988 é clara quanto a este tema. E o planejamento é fundamental para as instituições conseguirem cumprir seu papel na sociedade. “Reservas financeiras são estratégicas, pois existe o risco de confisco ou de redução dos recursos repassados”, observou o professor. “A universidade pública é um vetor essencial das mudanças estruturais e de desenvolvimento econômico, tecnológico, social, ambiental, inclusivo e soberano. A diversidade, a inclusão e as novas parcerias modificam o escopo e a dinâmica das atividades acadêmicas (ensino, pesquisa e extensão) e oferecem maior legitimidade e apoio político à existência e à autonomia da universidade pública”.

 

Para ampliar a visão sobre a educação no Brasil e discutir sobre “A educação e os profissionais do futuro”, foi convidada para o encontro a vice-presidente de Assuntos Acadêmicos do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif), professora Maria Leopoldina Veras Camelo. Ela apresentou dados sobre a rede, que tem origem nas escolas de Aprendizes Artífices, em 1909. Atualmente, ela é composta por 38 institutos federais de educação, ciência e tecnologia; dois centros federais de educação tecnológicas (Cefets), 22 escolas técnicas vinculadas a universidades federais (caso do Colégio Técnico da Rural – CTUR) e o Colégio Pedro II. Levando-se em conta que várias dessas instituições têm câmpus variados, a rede tem 678 unidades espalhadas no país, oferecendo ensino que vai desde a educação básica até cursos de pós-graduação, com uma produção de mais de 11 mil projetos de pesquisa aplicada. A proposta é atuar através de polos de inovação, incubadoras e iniciativas que apoiam o empreendedorismo.

 

De acordo com Maria Leopoldina há desafios muito grandes ainda, como a ampliação da assistência estudantil e mais profissionais para atuar na área de inclusão. “Entre nossas principais carências está o transporte escolar e temas ligados à infraestrutura básica. Ou seja, ainda é preciso investir na educação”, concluiu a professora.

 

Profissional do futuro

 

Ainda sobre o tema “Profissionais do futuro”, também foi convidado o superintendente de educação profissional e superior do Senai, Felipe Morgado. De acordo com ele, inúmeros empregos que foram substituídos pela automação geram novos empregos que requerem novas competências. “Há, portanto, a necessidade de uma educação de qualidade, inclusiva e atualizada com o mundo do trabalho. Este é um problema relevante urgente e complexo para o Brasil e para o resto do mundo”.

 

O profissional do futuro, segundo ele, deve ser um indivíduo que sabe produzir e analisar dados, sabe atuar com inteligência artificial, com desenvolvimento de produtos e computação em nuvem. Estas áreas apresentam mais oportunidades de entrada, são campos de fronteira. “Tais transições de carreira não requerem uma completa aderência entre as habilidades das ocupações de origem e de destino”, explicou ele. “Hoje, o setor empresarial identifica um gap de competências e habilidades. As principais demandas são pensamento crítico, capacidade analítica, liderança, resolução de problemas, habilidades de autogestão (como aprendizagem ativa, resiliência e flexibilidade)”.

 

Para o gestor do Senai, é preciso que o profissional do futuro fique atento a três aspectos: sua formação (novos cursos); sua atualização de competências e habilidades; as tendências do mercado. “As ocupações de base cognitiva, analíticas e interativas não rotineiras ganharão mais relevância no futuro. No Brasil, temos mais de 50 milhões de jovens com idade entre 15 e 29 anos. Nunca houve tantos jovens. Temos, portanto, uma janela de oportunidade para o progresso econômico e desenvolvimento social”, concluiu Morgado.

 

Para uma exposição sobre “Inclusão e Qualidade do Ensino Superior”, participou o professor Francisco do O’ de Lima Júnior da Associação Brasileira de Reitores das Universidades Estaduais e Municipais (Abruem). De acordo com ele a educação superior é um bem público e um requisito básico para o avanço da civilização humana. “É um espaço de argumentação: uma discussão que apropria e habilita as populações às possibilidades de decisão. É papel da universidade encampar as grandes causas da sociedade”, observou ele. “E é também lugar de superação das antigas visões (seletividade social, do elitismo e do exclusivismo de mercados).

 

De acordo com o professor, a criatividade tem papel crucial na integração da universidade com os governos. “Para que sejam criados programas especiais, com atenção à pauta de inclusão. Fundamental para isto é a formação continuada de professores e uma diversidade de agendas a partir dos contextos de inserção”.

 

Valorização dos profissionais de educação

 

A secretária municipal de Educação de Belém/PA, Márcia Mariana Brito, participou do seminário e fez uma exposição sobre “A educação e os profissionais do futuro”, representando a União Nacional dos Dirigentes municipais de Educação (Undime), cuja missão é “articular, mobilizar e integrar os dirigentes municipais de educação para construir e defender a educação pública com qualidade social”. Segundo ela, a Unesco apresenta uma interseção crucial entre dois segmentos da área educacional: “Grande parte do futuro da educação básica depende do trabalho das universidades e vice-versa. Muito do futuro das universidades depende do trabalho realizado na educação básica”.

 

Para a professora, isto tem a ver com a valorização dos profissionais de educação. “Passa pela formação, tanto inicial como a sua continuação, e, depois, passa por questões de carreira, piso salarial e que o rendimento médio seja igual às demais carreiras”, observou ela, que citou o educador Paulo Freire em sua apresentação. “Dois aspectos importantes do professor: sua intervenção no mundo e sua capacidade de resolução de problemas”.

 

Márcia Mariana encerrou sua participação observando que o uso das tecnologias deve ser equilibrado, pois elas são apenas um meio e não um fim. “Para que possamos formar nossas crianças, jovens e adultos para serem sujeitos que agem no mundo e promovem transformações com base nos direitos humanos”.

 

O tema “Ciência, tecnologia, inovação e sociedade” foi abordado pelo professor Jaílson de Andrade, da UFABC. Para ele, o tema tem, pelo menos, três grandes áreas desafiadoras: a multidisciplinaridade, a sustentabilidade e a inovação/tecnologia. “Vemos diante de nós o grande objetivo de possibilitar o desenvolvimento sustentável e socialmente justo no Brasil, que incorpore definitivamente a ciência, a tecnologia e a inovação como política de Estado”, observou o professor. “Isto vai propiciar a redução das desigualdades, tratamentos de longevidade, cidades inteligentes, prosperidade, sustentabilidade. É preciso, pois, educar para inovar”.

 

Sobre o mesmo tema, também foi convidada a professora Tatiana Roque, da UFRJ. Segundo ela, o bom uso do conhecimento passa pela crença na ciência e não pela sua negação. “É preciso entender que falta alfabetização científica. Não basta abordar os déficits de informação para combater o ceticismo científico.” A professora apontou dados de uma pesquisa feita pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, de 2019, sobre a percepção pública da C&T no Brasil. E os números foram desafiadores, pois quase 18% dos entrevistados responderam que a ciência e a tecnologia trazem “só malefícios ou mais malefícios que benefícios”. Segundo ela, portanto, a pandemia colocou em xeque o papel exercido pelos intermediadores da ciência com a política. “Percebemos que as áreas de maior relação entre ciência, tecnologia e sociedade estão em quatro grandes áreas: o mundo do trabalho; a comunicação/redes sociais; a saúde/alimentação; e o meio ambiente/clima”, explicou. Para concluir seu pensamento, a professora destacou que há três caminhos para restauração da confiança na ciência: “A diversidade; o estreitamento da relação entre a ciência e a sociedade, com a participação e a expertise cidadã; e, por último, a formação conectada aos grandes desafios do presente: as novas tecnologias e o clima”.

 

‘O futuro inventa-se’

 

O encerramento do seminário foi com palestra do professor Antônio Manuel da Nóvoa, ex-reitor da Universidade de Lisboa. Ele apresentou uma perspectiva de futuro, sobre o qual não há muita possibilidade de prevenção nem de planejamento: “O futuro inventa-se, constrói-se. O melhor que podemos fazer é criar as condições nas nossas escolas e universidades, para que haja diversidade de soluções e liberdade de iniciativa na construção de futuros”. Nóvoa destacou que é uma responsabilidade pública compreender o poder transformador das universidades. “Percebemos que é possível a reconciliação do mundo universitário com a educação e a pedagogia. Internamente, a renovação da pedagogia do ensino superior. E, externamente, uma renovação do compromisso com a educação pública”, observou o professor.

 

Segundo ele, o caminho da transformação passa pela formação de professores, em todos os níveis. “Para que as universidades públicas assumam, de uma vez por todas, a formação de professores como uma das suas grandes prioridades, talvez mesmo como a sua primeira prioridade”, comentou. “Isto vai permitir que seja criada uma malha institucional, um ‘terceiro lugar’, um novo arranjo institucional, uma instituição de pares, que permita dar corpo a novas políticas de formação de professores e a uma revalorização da profissão docente”.

 

Ele concluiu o Seminário Educação do Futuro com um convite a todos que participam d