
A Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) recebeu, na quarta-feira (12), a demonstração de paraquedismo da equipe de Salto Livre Cometas, da Brigada de Infantaria Pára-quedista. A atividade, realizada no gramado em frente ao Pavilhão Central (P1), no câmpus de Seropédica, reuniu integrantes da comunidade universitária, escolas da região e moradores do entorno.
Inicialmente prevista para o dia 11 de agosto, a programação precisou ser adiada em razão das condições climáticas. Mesmo com a permanência do mau tempo no dia seguinte, foi possível realizar uma das demonstrações previstas. A programação também contou com uma cerimônia antes do salto.
O reitor da UFRRJ, Roberto de Souza Rodrigues e a pró-reitora de Extensão, Maria Ivone Martins, estiveram no local para prestigiar a programação. A iniciativa foi promovida pela Pró-Reitoria de Extensão (Proext) e integrou a universidade a uma ação vinculada à Operação Saci, aproximando a Brigada de Infantaria Pára-quedista da comunidade de Seropédica e do ambiente universitário.
Durante a programação, escolas da região levaram crianças ao câmpus para acompanhar a demonstração. Após a atividade, os estudantes puderam se aproximar dos paraquedistas e registrar o momento em fotografias.


Para a pró-reitora de Extensão, Maria Ivone Martins, iniciativas desse tipo reforçam o papel da universidade como espaço aberto à sociedade. “Trazer uma atividade como essa para a UFRRJ é abrir a universidade para a comunidade e promover o encontro entre diferentes saberes”, afirmou.
Segundo ela, a presença das escolas também contribui para fortalecer os vínculos da Rural com a comunidade do entorno. “A participação dos estudantes das escolas municipais em atividades de extensão na UFRRJ desperta sonhos, curiosidade e a percepção de que a universidade também é um espaço deles”, destacou.
De acordo com o Maj. De Souza, Oficial de Comunicação Social da Brigada de Infantaria Pára-quedista, a atividade representa uma oportunidade de aproximação entre a instituição militar e a sociedade. “A universidade é um espaço de conhecimento, formação e diálogo, e trazer a atividade aeroterrestre para estar junto dos estudantes, professores e toda a comunidade local coopera para divulgar capacidades, os valores e o trabalho desenvolvido pelos paraquedistas”, explicou.
O oficial também destacou que, além do aspecto operacional, a atividade permite apresentar ao público valores relacionados ao preparo para o salto, como disciplina, trabalho em equipe e superação de desafios.
Para quem acompanhou a demonstração, a experiência também permitiu conhecer um pouco mais sobre o trabalho realizado pelos militares. Segundo o Maj. De Souza, o salto livre exige domínio técnico, condicionamento físico, controle emocional e capacidade de tomada de decisão. “Por trás de cada salto existe uma equipe trabalhando para que tudo aconteça com segurança e precisão. Então, quando alguém vê um paraquedista no céu, está vendo apenas a parte final de um processo que envolve muito treinamento e dedicação”, afirmou.
A participação do público, especialmente das crianças e estudantes, foi destacada pelo oficial como um dos pontos positivos da atividade. “É muito gratificante olhar para o público e perceber o entusiasmo, a curiosidade e o brilho nos olhos das crianças e dos estudantes acompanhando cada momento”, finalizou.
Confira a seguir mais fotografias do evento:





















Texto e fotos: Victória Silva, jornalista bolsista da Proext/CCS.