Tainara Vasconcellos, mestra e doutoranda em História pela UFRRJ, é a idealizadora do Projeto Protegidos
Tainara Vasconcellos, mestra e doutoranda em História pela UFRRJ, é a idealizadora do Projeto Protegidos (foto: divulgação)

Doutoranda em História pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), Tainara Vasconcellos, lançou em Nova Iguaçu o Projeto Protegidos, uma iniciativa que atua na prevenção da violência sexual contra crianças e adolescentes, oferecendo atividades educativas voltadas à proteção da infância.

Com o lema “Educação como forma de proteção”, a historiadora promove palestras, rodas de conversa, oficinas e treinamentos para capacitar pais, educadores e responsáveis. Os encontros abordam educação sexual e emocional de forma adequada a cada faixa etária, ajudando a identificar sinais de abuso e prevenir violências. “Proteger crianças é uma responsabilidade dos adultos”, afirma Tainara.

A UFRRJ está presente na iniciativa por meio de voluntários alunos e egressos da instituição. Participam do projeto Matheus Soares, do Programa de Pós-Graduação em História (PPHR); Rafael Cezar, egresso da graduação em Zootecnia; Dailani Pinheiro, egressa da Engenharia Agronômica; Marcelle Andrade, egressa do curso de História; e a própria Tainara, que também é docente externa do Instituto Multidisciplinar da UFRRJ.

Treinamento Interno para protetores da infância, focado na capacitação presencial da equipe de voluntários e parceiros, realizado em 10/5/25, em Nova Iguaçu.
Treinamento interno para protetores da infância, focado na capacitação presencial da equipe de voluntários e parceiros, realizado em 10 de maio, em Nova Iguaçu (foto: divulgação)

Além das atividades presenciais na Baixada Fluminense, o projeto compartilha conteúdos gratuitos em seu site e redes sociais. Estão em produção um livro e uma música infantil com foco em educação e proteção. A motivação para a criação do Protegidos veio da vivência da idealizadora como professora. “Vi alunos relatando abusos em sala e percebi que nem eu, nem a escola, nem as famílias sabiam como lidar. Transformei essa dor em ação”, conclui.

Para mais informações, acesse projetoprotegidos.com ou escreva para protegidoscontato@gmail.com