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Estudantes, docentes e técnicos se reuniram para conhecer melhor o programa Idioma sem Fronteiras (Foto: Ana Beatriz Paiva/ Assessoria Prograd)

 

Na segunda passada (03), aconteceu aqui em nossa Universidade, no Auditório Hilton Salles (Pavilhão Central / C. Seropédica), o II Encontro Idiomas sem Fronteiras da UFRRJ. O evento pretendia ser um bate-papo informal com os estudantes, com o intuito de responder às dúvidas sobre o programa, informar sobre as propostas, projetos e ações feitas, para assim aproximá-los um pouco mais dessa realidade. O projeto começou há quatro anos com o Inglês sem Fronteiras e no decorrer dos anos se expandiu e agregou outros idiomas.

O coordenador geral do Idiomas sem Fronteiras (IsF), Anderson Gomes, deu início ao evento mostrando quais são os objetivos do programa e apresentou o principal parceiro do IsF dentro da Universidade: a Corin, Coordenadoria de Relações Internacionais e Interinstitucionais.

Carlos Alberto da Rocha Rosa, coordenador da Corin, e a administradora da Coordenadoria, Ana Cristina de Freitas Olibeira, falaram das oportunidades que existem a partir de convênios internacionais com outras universidades e apresentaram todas as propostas voltadas para internacionalização dos alunos. Ficou claro a importância e o empenho do setor em colaborar com os estudantes para que consigam ingressar numa academia estrangeira e colher frutos que colaborem para o crescimento de nossa Universidade.

O aluno que viaja pra fora do país leva com ele o nome da Rural, lá eles são mais que alunos, são representantes da UFRRJ, disse Ana, com muito orgulho. Além disso, ela falou sobre a importância de ter um retorno do aluno:

 “Nosso objetivo é tentar da melhor forma possível colocar os nossos alunos e professores dentro do universo que é a educação e a pesquisa no mundo. E é importante que a gente tenha o retorno do aluno que vai, nós precisamos saber o que esse aluno buscou lá, o que é interessante lá, pra que consigamos também fazer o que funciona lá fora, funcionar aqui dentro.”

 

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Anderson Gomes, coordenador geral do Idioma sem Fronteiras e responsável pelo inglês, comentou funcionamento do programa (Foto: Ana Beatriz Paiva/ Assessoria Prograd)

Inglês Sem Fronteiras

Anderson Gomes, além de coordenador geral do programa é também responsável pela área do inglês. Ele contou como nasceu o projeto e explicou todo processo de participação para os alunos. De acordo com Anderson, inicialmente o programa era vinculado ao Ciências sem Fronteiras; mas, já no segundo ano, adquiriu vida própria e agora é totalmente independente. Hoje em dia, o IsF é voltado para todos programas de intercâmbio. 

“O programa foi elaborado a partir da necessidade de aprimorar a proficiência do inglês dos universitários brasileiros com o objetivo de proporcionar oportunidades de acesso a universidades de países anglófonos por meio de programas de mobilidade internacional.”

Além disso, Gomes explicou todo funcionamento do projeto. São basicamente três linhas de ação: módulo de ensino de inglês online (MEO), módulo de diagnóstico do nível de proficiência no idioma inglês (Toefl) e o módulo de ensino presencial (Nucli). Anderson também enfatizou que o Toefl é pré-requisito para o módulo de ensino presencial.

O programa conta com seis professores bolsistas, que também são alunos aqui da Rural e dois ETAs (english teaching assistant) professores norte-americanos que tem o papel de trabalhar com os alunos o idioma aprendido nas aulas presenciais.

 

Idiomas sem Fronteiras: francês, espanhol e português

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Mesa formada pelos professores responsáveis por cada idioma para tirar dúvidas dos estudantes (Foto: Ana Beatriz Paiva/ Assessoria Prograd)

O professor Christian Dutilleux, natural da Bélgica, é quem coordena o curso de Francês que iniciou em nossa Universidade no mês passado. A partir de um programa piloto de leitor de francês, a Rural recebeu Poul Bolmalha, professor que ministra as aulas presenciais do idioma. Christian explicou que por não existir uma prova de nivelamento de Francês – como o Toefl para inglês – e, além disso, por não se esperar um conhecimento prévio dos estudantes no francês, o critério de escolha mais viável para formar as turmas do idioma, levando em consideração a grande demanda, foi por meio de um sorteio. As aulas já estão acontecendo e a previsão é que no ano que vem se formem mais turmas. 

A responsável pelo espanhol é a coordenadora do curso de Letras do Câmpus Nova Iguaçu, Rosineide Guilherme. Ela explica que o programa ainda não está em funcionamento, mas existe Projeto Piloto em curso com incentivo do Núcleo Gestor do IsF no MEC, com previsão de implementação para o próximo ano.

Já no português para estrangeiros, a professora de Letras Angela Bravin é quem está à frente do idioma. O objetivo do projeto é preparar alunos do curso de Letras da UFRRJ para ensinar o português como língua estrangeira a estudantes estrangeiros tanto nessa instituição quanto em universidades do exterior.

Ao final do evento os coordenadores responsáveis por cada idioma junto com um professor do Nucli formaram uma mesa para tirar dúvidas de todos os presentes.

 

 

 

Por Camile Cortezini